Agustina toma como mote um poema de Pessoa: “todo o teatro é um muro de música, por onde um cão verde corre atrás da minha saudade”. E volta Agustina às suas memórias, lembrando a casa de Esposende.
--------------------------------
Música – excertos de:
Maurice Ravel – Pavane de la Belle au bois dormant e Le jardin féerique, da suite Ma mère l'oye, sequências MIDI de Katsuhiro Oguri, https://www.kunstderfuge.com.
Agustina descreve aqui a cidade do Porto, hoje soterrada, mas que vive nos seus alicerces, autênticos e imortais. É um texto retirado do romance...
Nesta crónica tão atual, Agustina disserta sobre as praias – uma paisagem defunta, anuncia. (Agustina Bessa-Luís, Ensaios e Artigos, Vol. I, 1967)
Neste pequeno conto, Agustina coloca na conversa de três amigos, que se encontram num café, uma reflexão irónica sobre a Casa da Música. Enumeradas...