Agustina toma como mote um poema de Pessoa: “todo o teatro é um muro de música, por onde um cão verde corre atrás da minha saudade”. E volta Agustina às suas memórias, lembrando a casa de Esposende.
--------------------------------
Música – excertos de:
Maurice Ravel – Pavane de la Belle au bois dormant e Le jardin féerique, da suite Ma mère l'oye, sequências MIDI de Katsuhiro Oguri, https://www.kunstderfuge.com.
Esta é uma belíssima crónica em que Agustina nos conta um regresso ao seu país, numa linguagem poética, melancólica, e ao mesmo tempo firme,...
As Vanegas é um pequeno conto com notas autobiográficas e todo o ambiente em que se passa é familiar a Agustina – é o...
Este texto, datado de 30 de novembro de 1978, escrito portanto há 45 anos, terá talvez sido publicado no Comércio do Porto, conforme consta...