Agustina toma como mote um poema de Pessoa: “todo o teatro é um muro de música, por onde um cão verde corre atrás da minha saudade”. E volta Agustina às suas memórias, lembrando a casa de Esposende.
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Música – excertos de:
Maurice Ravel – Pavane de la Belle au bois dormant e Le jardin féerique, da suite Ma mère l'oye, sequências MIDI de Katsuhiro Oguri, https://www.kunstderfuge.com.
Agustina, neste ano de 1967 morava ainda na rua da Restauração (Porto), e mudaria de casa dois meses depois para Garcia de Orta (Marechal...
Crónica escrita para o Diário Popular, e publicada no dia 1 de fevereiro de 1968. Agustina estava atenta às pequenas histórias da cidade, e...
Lembro-me de minha Mãe falar desta sua ida a Heidelberg, e do encontro com a misteriosa Dominga, na sua casa meio assombrada. É assim:...