Agustina toma como mote um poema de Pessoa: “todo o teatro é um muro de música, por onde um cão verde corre atrás da minha saudade”. E volta Agustina às suas memórias, lembrando a casa de Esposende.
--------------------------------
Música – excertos de:
Maurice Ravel – Pavane de la Belle au bois dormant e Le jardin féerique, da suite Ma mère l'oye, sequências MIDI de Katsuhiro Oguri, https://www.kunstderfuge.com.
Começa esta rubrica com a entrada de Agustina à boca de cena. Ela define-se a si mesma*. Depois, sentada na sua mesa de camilha,...
Se não tivesse conhecido a Senhora Clarinha, na sua lojeca repleta de coisas prestáveis e imprestáveis, no alto de Fontelas, com uma vista sublime...
Míscaros integra o livro Contos Impopulares (Guimarães Editores, 1969). Agustina relata um passeio de um rapaz, estudante, L…, que, “acossado pelo tédio”, atravessa a...