Agustina, neste ano de 1967 morava ainda na rua da Restauração (Porto), e mudaria de casa dois meses depois para Garcia de Orta (Marechal Saldanha). Os seus percursos a pé, fazia-os por ali, e neste texto o encontro com a pedinte dá-se no Jardim do Carregal.
——————————————
Música – excertos de:
François Couperin, Pièces de Clavecin, Livre I, Second Ordre, 19. La Diligente ; Livre II, Sixième Ordre, 1. Les Moissonneurs. Sequência MIDI de W. Icking Archive, Pierre Gouin, http://www.kunstderfuge.com
Fryderyk Chopin, Prelúdios, Op. 28, n.º 20, Sequência MIDI de Toru (“Moclin”) Yaskawa, https://www.classicalarchives.com/
Agustina recorda a sua ida com a tia Camila – será a Sibila? – a casa duns parentes, dois velhos, que dormitavam na eira....
Crónica escrita para o Diário Popular, e publicada no dia 1 de fevereiro de 1968. Agustina estava atenta às pequenas histórias da cidade, e...
Agustina relata um episódio breve, passado num ministério, ainda no tempo da ditadura, entre um funcionário que vai para a reforma e o ministro....