Agustina, neste ano de 1967 morava ainda na rua da Restauração (Porto), e mudaria de casa dois meses depois para Garcia de Orta (Marechal Saldanha). Os seus percursos a pé, fazia-os por ali, e neste texto o encontro com a pedinte dá-se no Jardim do Carregal.
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Música – excertos de:
François Couperin, Pièces de Clavecin, Livre I, Second Ordre, 19. La Diligente ; Livre II, Sixième Ordre, 1. Les Moissonneurs. Sequência MIDI de W. Icking Archive, Pierre Gouin, http://www.kunstderfuge.com
Fryderyk Chopin, Prelúdios, Op. 28, n.º 20, Sequência MIDI de Toru (“Moclin”) Yaskawa, https://www.classicalarchives.com/
Perguntam-me por que razão Agustina está escrito em letra mais pequena*. – Porque é um murmúrio – respondo. – Porque é um tempo de...
Este texto, datado de 30 de novembro de 1978, escrito portanto há 45 anos, terá talvez sido publicado no Comércio do Porto, conforme consta...
Agustina considerava este pequeno conto – Um Inverno Frio – o melhor que escrevera em toda a sua vida. Depois dele, dizia, não precisava...