Crónica escrita para o Diário Popular, publicada no dia 27 de janeiro de 1966.
Agustina, habitual frequentadora das ruas do Porto, capta magistralmente o seu ambiente e histórias. Aqui, é percorrido o Jardim da Cordoaria e a rua que desce a partir da esquina da Cadeia da Relação, a rua de São Bento da Vitória.
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Seleção de textos e orientação expressiva: Mónica Baldaque
Voz/interpretação: Inês Pinheiro Torres
Som/música: Tiago Aires Lêdo
Colaboração do Teatro Universitário do Porto
Agustina reflete sobre o país, o seu governo de gente transitória e sem imaginação; e sobre o seu povo, de gente timorata, que se...
Perguntam-me por que razão Agustina está escrito em letra mais pequena*. – Porque é um murmúrio – respondo. – Porque é um tempo de...
Agustina dialogo com Camilo, o seu interlocutor preferido, dissecado em muitas páginas da autora. Imagina aqui como se comportaria Camilo com Dostoiévski. -------------------------------- Música...