Crónica escrita para o Diário Popular, publicada no dia 27 de janeiro de 1966.
Agustina, habitual frequentadora das ruas do Porto, capta magistralmente o seu ambiente e histórias. Aqui, é percorrido o Jardim da Cordoaria e a rua que desce a partir da esquina da Cadeia da Relação, a rua de São Bento da Vitória.
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Seleção de textos e orientação expressiva: Mónica Baldaque
Voz/interpretação: Inês Pinheiro Torres
Som/música: Tiago Aires Lêdo
Colaboração do Teatro Universitário do Porto
Se não tivesse conhecido a Senhora Clarinha, na sua lojeca repleta de coisas prestáveis e imprestáveis, no alto de Fontelas, com uma vista sublime...
Este texto, datado de 30 de novembro de 1978, escrito portanto há 45 anos, terá talvez sido publicado no Comércio do Porto, conforme consta...
Todas as histórias são verdadeiras, até as mais insólitas que nos parecem ser fantasia, como esta dos fantasmas que habitam o Porto. Dicionário Imperfeito...