Agustina escreveu muitos destes pequenos contos/crónicas, de uma grande beleza e profundidade; de atenção pelos outros, pelos momentos breves das suas vidas, que ela presenciava, e em que se detinha, num gesto de conivência com os destinos com que se cruzava.
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Música – excertos de:
Claude Debussy, Images (1er Livre) – 1. Reflets dans l’eau, sequência MIDI de Dario Galimberti, http://www.kunstderfuge.com/
Agustina toma como mote um poema de Pessoa: “todo o teatro é um muro de música, por onde um cão verde corre atrás da...
Perguntam-me por que razão Agustina está escrito em letra mais pequena*. – Porque é um murmúrio – respondo. – Porque é um tempo de...
Todas as histórias são verdadeiras, até as mais insólitas que nos parecem ser fantasia, como esta dos fantasmas que habitam o Porto. Dicionário Imperfeito...