Agustina escreveu muitos destes pequenos contos/crónicas, de uma grande beleza e profundidade; de atenção pelos outros, pelos momentos breves das suas vidas, que ela presenciava, e em que se detinha, num gesto de conivência com os destinos com que se cruzava.
______________________________
Música – excertos de:
Claude Debussy, Images (1er Livre) – 1. Reflets dans l’eau, sequência MIDI de Dario Galimberti, http://www.kunstderfuge.com/
Ainda não estamos no tempo do Natal, onde este conto tem entrada, mas chegaram as névoas do Porto, a humidade nos vidros das janelas,...
Esta é uma belíssima crónica em que Agustina nos conta um regresso ao seu país, numa linguagem poética, melancólica, e ao mesmo tempo firme,...
Todas as histórias são verdadeiras, até as mais insólitas que nos parecem ser fantasia, como esta dos fantasmas que habitam o Porto. Dicionário Imperfeito...