Crónica escrita para o Diário Popular, e publicada no dia 1 de fevereiro de 1968.
Agustina estava atenta às pequenas histórias da cidade, e retinha-as numa linguagem que não era de simples notícia, mas onde o prazer de contar nos convida a participar delas.
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Música – excertos de :
Igor Stravinsky, Supplications de l’Oiseau de feu (de L’Oiseau de feu, transcrição para piano).
Sequência MIDI de Segundo G. Yogore, http://www.kunstderfuge.com
Rosa significa a rosa dos ventos, e a necessidade de Agustina de mudar de direção, de caminho a seguir. Agustina lembra: “Faz hoje um...
«Eu tenho só uma vocação, que é escrever. Usar a palavra, dar-lhe vida, confiar nela para que nela vejam verdades poderosas, como a de...
Começa esta rubrica com a entrada de Agustina à boca de cena. Ela define-se a si mesma*. Depois, sentada na sua mesa de camilha,...