Rosa significa a rosa dos ventos, e a necessidade de Agustina de mudar de direção, de caminho a seguir. Agustina lembra: “Faz hoje um ano”, um ano desde que chegou às ribeiras do Cávado, onde teve casa, e onde foi feliz umas horas, diz, nesse tempo, com a companhia do vento – o único personagem dessa terra à beira mar. (Ensaios e Artigos, Vol. I, 1966)
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Música – excertos de:
“Pour invoquer Pan, dieu du vent d'été”, de Six épigraphes antiques, de Claude Debussy, sequência MIDI de Thomas Lefeldt, http://www.kunstderfuge.com
Esta é uma história com humor que Agustina escreveu para um amigo que vivia na Dinamarca. Aqui, chama-lhe Claus, mas era Jorge. Uma pequena...
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Crónica escrita para o Diário Popular, publicada no dia 27 de janeiro de 1966. Agustina, habitual frequentadora das ruas do Porto, capta magistralmente o...