Às vezes Agustina perdia a paciência. E o seu olhar reflexivo e complacente sobre a cidade e os seus habitantes encontrava uma razão para exprimir uma cólera profunda que habita os corações enegrecidos e descrentes.
(É de 1977 esta crónica, publicada nos Ensaios e Artigos, Vol. I)
——————————————
Música – excertos de:
Mozart, Minuetto, de Sonata para Piano N.º 10 em Dó Maior, KV 330 (reprodução em cravo), sequência MIDI de Katsuhiro Oguri, http://www.kunstderfuge.com
Beethoven, Grave – Allegro di molto e com brio, de Sonata para Piano N.º 8, Op. 13 (Pathétique), sequência MIDI de Bernd Krueger, http://www.piano-midi.de/
«Eu tenho só uma vocação, que é escrever. Usar a palavra, dar-lhe vida, confiar nela para que nela vejam verdades poderosas, como a de...
Agustina, uma profunda conhecedora da moda, discorre aqui sobre o costureiro Armani, sobre o seu processo criativo. Não é um costureiro, diz Agustina, é...
Crónica escrita para o Diário Popular, publicada no dia 27 de janeiro de 1966. Agustina, habitual frequentadora das ruas do Porto, capta magistralmente o...