Agustina descreve aqui a cidade do Porto, hoje soterrada, mas que vive nos seus alicerces, autênticos e imortais.
É um texto retirado do romance “A Muralha”, recentemente reeditado (Relógio de Água, 2020).
——————————–
Música – excertos de:
Franz Schubert, Sonata n.º 20 em Lá Maior – 2. Andante, sequência MIDI de Segundo G. Yogore, http://www.kunstderfuge.com/
Agustina está em Florença, na Galeria dos Uffizi, a observar a Adoração dos Magos, de Leonardo da Vinci. Está só na sala, e é...
As Vanegas é um pequeno conto com notas autobiográficas e todo o ambiente em que se passa é familiar a Agustina – é o...
«Eu tenho só uma vocação, que é escrever. Usar a palavra, dar-lhe vida, confiar nela para que nela vejam verdades poderosas, como a de...