Agustina descreve aqui a cidade do Porto, hoje soterrada, mas que vive nos seus alicerces, autênticos e imortais.
É um texto retirado do romance “A Muralha”, recentemente reeditado (Relógio de Água, 2020).
——————————–
Música – excertos de:
Franz Schubert, Sonata n.º 20 em Lá Maior – 2. Andante, sequência MIDI de Segundo G. Yogore, http://www.kunstderfuge.com/
Crónica escrita para o Diário Popular, e publicada no dia 1 de fevereiro de 1968. Agustina estava atenta às pequenas histórias da cidade, e...
Agustina, com o seu olhar crítico e entediado, mas sempre atento, lembra uma conferência a que assistiu no Porto, numa sala que os mais...
Agustina visita um pequeno cemitério de uma pequena aldeia acima do mar, e discorre sobre aqueles que ali jazem, e a praia que dali...