Agustina descreve aqui a cidade do Porto, hoje soterrada, mas que vive nos seus alicerces, autênticos e imortais.
É um texto retirado do romance “A Muralha”, recentemente reeditado (Relógio de Água, 2020).
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Música – excertos de:
Franz Schubert, Sonata n.º 20 em Lá Maior – 2. Andante, sequência MIDI de Segundo G. Yogore, http://www.kunstderfuge.com/
As Vanegas é um pequeno conto com notas autobiográficas e todo o ambiente em que se passa é familiar a Agustina – é o...
Chega a primavera, e Agustina deixa os livros, sai de casa e vai ao jardim, ao seu jardim do Gólgota. Vê que nasceram os...
Este texto, datado de 30 de novembro de 1978, escrito portanto há 45 anos, terá talvez sido publicado no Comércio do Porto, conforme consta...